A segurança do dinheiro é uma das principais preocupações das pessoas que realizam movimentações financeiras constantemente. Quando falamos em Bitcoin, por exemplo, essa questão se torna ainda mais importante, pois esse é um ativo financeiro que tem uma ótima rentabilidade, mas quando o investidor não conta com uma corretora séria para intermediar as negociações, os riscos de perda aumentam.

Quando se trabalha com uma empresa competente, tudo é facilitado, pois você será orientado por uma equipe especializada no assunto. Com isso, o Bitcoin se torna um meio seguro para realizar suas transações financeiras.

Neste artigo vamos falar sobre a segurança do dinheiro nas instituições financeiras no momento das transações. Continue a leitura e fique por dentro do assunto!

Como garantir a segurança do dinheiro investido?

Conforme mencionamos, o Bitcoin é uma moeda de alta rentabilidade. Por esse motivo, ele se tornou alvo de hackers que visam tirar proveito de seus recursos sem autorização. Nesse momento, é preciso estar atento à segurança oferecida pela corretora que vai realizar suas transações com a moeda digital. Como fazer isso?

É importante você saber que o primeiro ponto a ser levado em consideração em relação ao hackeamento é que as pessoas geralmente acham que ele acontece porque alguém de fora quebrou o sistema. Na realidade, o hackeamento está sempre envolvido com um vazamento interno de dados.

Isso acontece pela dificuldade que algumas corretoras têm de gerir e proteger esses dados e as informações sensíveis dos seus colaboradores, pelo fato de usarem carteiras de fundos que não são protegidos por multiassinaturas.

Para garantir a segurança do dinheiro investido, a corretora precisa contar com um sistema de multiassinaturas, evitando o hackeamento.

Como verificar a vulnerabilidade das corretoras de criptomoedas atuais?

Agora você já sabe que um sistema de multiassinaturas torna uma instituição mais segura contra o ataque de hackers, certo? No entanto, uma dúvida muito comum é: como um leigo pode verificar se uma instituição é vulnerável ou não?

Uma das maneiras mais eficientes para checar isso é observar o prefixo do endereço da carteira disponibilizada pra voce através da corretora. Se começar pelo número 1, ela certamente não é multiassinada. Se começar pelo número 3, a mesma possui a tecnologia Segregated Witness, que possibilita a carteira ser multiassinada.

A título de exemplo, podemos mencionar uma exchange internacional nos Estados Unidos chamada Poloniex, que se encontra entre as maiores exchanges do mundo e que não é multiassinada. Ao abrir uma conta na Poloniex, é possível observar que o endereço da sua carteira começa com 1.

Ao abrir uma conta na Bloco1, por exemplo, rapidamente você saberá qual é o seu endereço de carteira. Logo, será possível verificar que o endereço em questão começa com o número 3 e neste caso, afirmamos que a carteira do cliente é multiassinada.

Quais são os riscos de segurança de uma corretora de investimentos?

Os donos, diretores e sócios da corretora costumam não ter vasto conhecimento de como funciona o sistema, recorrendo aos seus colaboradores que têm mais expertise no assunto e fornecendo a eles a chave do cofre. Dependendo do caráter dessas pessoas, começam os hackeamentos.

Uma maneira de evitar isso é usando a mecânica Hot e Cold, em que Hot é aquele dinheiro que fica online, como se fosse o caixa da empresa, e Cold funciona como se fosse o cofre.

O risco aparece quando a carteira não é multiassinada, e é necessário retirar o dinheiro da Cold (cofre) para abastecer a Hot (online) — esse é um ponto de vulnerabilidade, pois a multiassinatura exige que mais de uma pessoa esteja presente para realizar a movimentação.

Cada um tem sua senha, mas é preciso ter outro indivíduo para mexer no fundo. Quando isso não acontece, os riscos de segurança de uma corretora de investimentos aumentam muito.

A Bloco1 preparou um relatório exclusivo demonstrando o tipo de carteira utilizada nas principais corretoras do Brasil. Para ter acesso ao relatório CLIQUE AQUI.

As empresas podem “sumir” com os Bitcoins dos clientes?

Sim! Isso acontece com empresas que não são sérias, e que só abriram para as pessoas colocarem dinheiro, comprar o Bitcoin e deixar as moedas armazenadas nas carteiras online. Depois, essas empresas levam os ativos embora. A ocorrência desse tipo de golpe diminuiu nos últimos tempos, mas ainda acontece no mercado.

As HYIPs são empresas que se intitulam corretoras que oferecem aos clientes uma garantia de rentabilidade alta dos Bitcoins. Um bom exemplo disso são chamadas como “Entre nessa corretora, coloque o seu dinheiro e garantimos que você vai receber 5% ao dia de rentabilidade do Bitcoin”. Isso é mentira!

O fato é que as empresas podem até fazer a pessoa ter a impressão de que ganhou uma rentabilidade, mas ao tentar sacar aquela rentabilidade obtida, você não consegue.

O HYIP significa um crescimento rápido. A ideia é trabalhar com robôs para você fazer a compra e venda do Bitcoin e a empresa lucrar com as variações do valor da moeda. O problema é que, para isso, é preciso contar com uma equipe séria, especializada e técnica, para conseguir administrar esses robôs. No entanto, boa parte dessas empresas apenas diz que faz isso.

É importante ressaltar que não existe garantia de 100% de rentabilidade do Bitcoin, pois esse é um investimento de alto risco e tudo vai depender de como você opera. O melhor a fazer é fugir de empresas que divulguem rentabilidade garantida.

Na Bloco1 não há garantia de rentabilidade, mas a empresa orienta o investidor para que ele tenha bons rendimentos com o Bitcoin. Não é uma garantia, mas ele pode ter ótimos resultados.

A segurança do dinheiro é fundamental no mundo de investimentos e transações de Bitcoins, por isso, opte por uma empresa séria e, acima de tudo, transparente. Dessa forma, você terá mais tranquilidade ao realizar suas operações com a moeda digital.

Quer entender mais a fundo a forma como trabalhamos? Entre em contato conosco e converse com um dos nossos especialistas!